sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
terça-feira, 16 de fevereiro de 2010
nós na cidade
No seguimento da conversa de sexta deixo aqui este cartaz do Anthony Burrill para reiterar a importância que cada um de nós tem no seu espaço.
Cabe-nos decidir o que queremos ser, como queremos intervir, o que queremos mudar e que queremos da mudança.
O que quer que queiras, fá-lo acontecer.

MAKE IT TRUE. Anthony Burril.
Cabe-nos decidir o que queremos ser, como queremos intervir, o que queremos mudar e que queremos da mudança.
O que quer que queiras, fá-lo acontecer.

MAKE IT TRUE. Anthony Burril.
sábado, 13 de fevereiro de 2010
terça-feira, 9 de fevereiro de 2010
Pnyx - Arquitectura para Quem deseja Falar(?)

Comparada com outros monumentos da Atenas antiga, como o Partenon, a Pnyx é pouco espectacular. Uma colina pequena e rochosa com uma grande plataforma de pedra colocada num dos lados, rodeada de degraus esculpidos no seu declive.
É no entanto um dos lugares mais significativos da cidade e talvez do Mundo. Este era o lugar de reunião da primeira democracia do mundo, a Ekklesia (a Assembleia) de Atenas. A plataforma de pedra chamada bema era a Plataforma dos Oradores.
Assim, a Pnyx é a concretização material do princípio de isegoria(em grego: ισηγορία), isto é, o direito de todos os cidadãos à livre expressão, a manifestarem e debaterem a sua opinião política (de Polis = cidade). Os outros dois princípios da democracia grega são a isomonia (em grego: ισονομία), que quer dizer igualdade perante a lei e isopoliteia (em grego: ισοπολιτεία), isto é, igualdade de voto e de oportunidade para assumir cargos políticos.
O direito de isegoria era expressado pelo oficial que presidia à assembleia da Pnyx, que abria cada debate com o convite aberto: "Quem deseja falar?" (Grego: "Τίς ἀγορεύειν βούλεται")
Na Pnyx havia lugar para 20.000 cidadãos, de pé. A área em frente à bema daria para cerca de 6000 cidadãos, uma provável estimativa do número de cidadãos politicamente activos. Os cidadãos eram homens nascidos livres. As mulheres e os escravos não tinham direito à cidadania. Haveriam lugares sentados para o Conselho dos 500, eleitos pela assembleia para governar o quotidiano da cidade. Mais tarde duas stoae, galerias cobertas, foram construídas para proteger os dignatários da chuva e do sol.
Em teoria todos os cidadão eram iguais e todos tinham o direito à expressão. Na prática Atenas era uma sociedade hierárquica como outras, e os que eram reconhecidos como lideres tendiam a dominar os procedimentos. Muitos pertenciam a antigas famílias aristocráticas que já governavam Atenas antes do advento da Democracia. Mas os pobres e os anónimos poderiam às vezes subir ao poder, ou fazer-se ouvir, se falassem bem e arrebatassem o humor da assembleia. Os cidadão com mais de 50 anos tinham o direito a ser ouvidos primeiro.
A origem da vida urbana - Polis na wikipedia
A pólis (πολις) (plural: poleis (πολεις)) era o modelo das antigas cidades gregas, desde o período arcaico até o período clássico, vindo a perder importância durante o domínio romano. Devido às suas características, o termo pode ser usado como sinônimo de cidade. As polei, definindo um modo de vida urbano que seria a base da civilização ocidental, mostraram-se um elemento fundamental na constituição da cultura grega, a ponto de se dizer que o homem é um "animal político".
(continuação)
(continuação)
segunda-feira, 8 de fevereiro de 2010
Cartazes para agir
Cartazes Interactivos do eltono - Public Space Artista

E vejam outros projectos dele na lista de Projectos aqui ao lado.

E vejam outros projectos dele na lista de Projectos aqui ao lado.
quinta-feira, 4 de fevereiro de 2010
Reflexões sobre a cidade | Fundão
quarta-feira, 3 de fevereiro de 2010
Postais | Torres Novas
Fotografar a cidade de cima para baixo, a partir de possíveis miradouros/pontos altos (não os que existem mas os que vocês encontram). Uma perspectiva que nos remete para a do espectáculo "Dos Joelhos para Baixo".
Intervir com o corpo em cada imagem: jogar com o enquadramento, as escalas e as posições do corpo na imagem e no espaço, e entre os dois.
Pensar e escrever micro-narrativas para um desconhecido, a partir destas imagens.











Estes postais serão enviados a pessoas diferentes, que estiveram no Teatro Virgínia nos dias do espectáculo e outras que o grupo conhece, da escola e das suas aldeias.
Intervir com o corpo em cada imagem: jogar com o enquadramento, as escalas e as posições do corpo na imagem e no espaço, e entre os dois.
Pensar e escrever micro-narrativas para um desconhecido, a partir destas imagens.






Estes postais serão enviados a pessoas diferentes, que estiveram no Teatro Virgínia nos dias do espectáculo e outras que o grupo conhece, da escola e das suas aldeias.
segunda-feira, 1 de fevereiro de 2010
"..................."
"E quem se torna senhor de uma cidade habituada a viver livre e nem sequer a destrói, que não deixe de esperar ser destruído por ela, porque ela tem sempre por refúgio nas suas rebeliões o nome da liberdade e os seus velhos costumes, os quais nem pela vastidão dos tempos nem por nenhuma mercê jamais serão esquecidos. E por mais que se faça ou que se precavenha, se não é o expulsar ou o dispersar dos habitantes, eles não esquecerão nunca esse nome nem esses costumes... "
Maquiavel - O Príncipe
Maquiavel - O Príncipe
Subscrever:
Mensagens (Atom)















